Monday, June 04, 2007

ALIÁS...

O bom-humor da torcida gremista foi a grande atração do jogo no Maraca, já que a performance em campo deixou muito a desejar. Apesar da derrota do time reserva por 3 a 0 para o Botafogo, o público não desanimou nem um minuto. Sinal da boa-vontade com os semi-finalistas e, tomara!, futuros tri-campeões da Libertadores...

A GATINHA É DA GERAL

No último sábado, fui ao Maracanã assistir ao jogo do Grêmio contra o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro. De repente, no meio da torcida gaúcha, um cara tirou o casaco e deixou a camisa alvinegra à vista. Poucas pessoas notaram, mas logo surgiram dois policiais. Eles pediram para ele retirar a camisa ou sair da área reservada para os visitantes. Só que a namorada do cara era gremista, e ele não queria deixá-la sozinha. Tentou argumentar com os policiais, e o burburinho chamou a atenção da torcida. Nesse momento, o infiltrado já tinha sido notado por todos. Gritos bem-humorados de repúdio se espalharam pela arquibancada. E aí um gaiato largou essa: "Botafoguense, não leva a mal, mas a gatinha é da geral!" O grito ecoou e foi repetido em uníssono pela arquibancada. Não teve jeito, o cara teve mesmo que sair... Mas saiu rindo!

SER OU NÃO SER BREGA?

Apesar de às vezes eu ainda me sentir como se tivesse 20 anos, não há dúvidas de que mudei bastante desde aquela época. Um dos sinais mais evidentes é que o radicalismo típico daquela idade deu lugar a uma atitude mais tolerante. Hoje, por exemplo, não vejo problema nenhum em intercalar a leitura de livros mais respeitados - no momento estou lendo Cândido, do Voltaire - com os best sellers da moda - só do Dan Brown foram dois.

Mas esses dias pintou uma certa preocupação. Enquanto esperava o início de mais um bom jogo do Grêmio pela Libertadores (que time, não?), acabei parando no SBT, que transmitia Ídolos. E não é que eu gostei de várias candidatas? Sei não, mas começo a temer que minha tolerância esteja se aproximando perigosamente da breguice...

Wednesday, May 30, 2007

SEM PROPÓSITO

O termômetro de rua em frente à estação Siqueira Campos marca 19 graus. Dentro de casa, a sensação térmica é certamente menor, e passo boa parte do tempo com meu pijama de inverno. Parece que o calor foi mesmo embora, e eu nem realizei os sonhos tropicais que excitavam minha mente na Europa. Desde que cheguei, só fui três vezes à praia. Banho de mar não tomei nenhum. Contrariei minhas próprias expectativas.

Profissionalmente, no entanto, as coisas estão se saindo melhor do que eu pensava. Um bom emprego e um contrato de frila duradouro bateram à minha porta pouco depois do retorno. Nem foi preciso muito esforço para obtê-los, o que torna a situação totalmente oposta àquela que vivi quando vim de Porto Alegre para o Rio, já no ocaso de 2003.

Além disso, a abertura de um curso de economia para jornalistas na UFRJ coincidiu com minha chegada e agora passo as manhãs de sábado estudando conceitos de macroeconomia, revendo temas importantes da história recente e discutindo perspectivas econômicas de curto e longo prazo.

Enfim, este é um post meio sem propósito em um blog totalmente sem propósito. Mas eu gosto disso, fazer o quê?

Thursday, April 05, 2007