Wednesday, December 05, 2007
AH, OS EUFEMISMOS...
Acabei de receber uma ligação impagável do banco no qual sou correntista. Tentaram me empurrar um seguro de vida. Mas o melhor foi o discurso do vendedor: "Pagando apenas 20 reais por mês, os seus dependentes recebem 90 mil reais no caso de a senhora vir a faltar". Faltar o quê? O trabalho? Tô dentro!
Monday, December 03, 2007
DEN TOTEN ZUR EHR, DEN LEBENDEN ZUR MAHNUNG
Um livro e um filme que têm a Alemanha como cenário têm me feito pensar em algo bastante óbvio, mas mesmo assim contundente: é nos momentos extremos que realmente se conhece a integridade das pessoas.
O livro é "A Menina que Roubava Livros", cuja história se passa durante o regime nazista. O filme, o belo "A Vida dos Outros", retrato imperdível da vida vigiada por trás do muro. Nos dois casos, somos apresentados a personagens que ousam desafiar o sistema, cada um à sua maneira. Não são grandes gestos os deles - daqueles capazes de, sozinhos, mudar a realidade que os cerca - mas são fortes o bastante para alterar o destino de algumas vidas...
São histórias inspiradoras, que nos fazem lembrar da força de quem teve a coragem de resistir, quando tudo era mais fácil para os colaboracionistas. E o fato de elas não serem baseadas em fatos reais não leva esse texto ao descrédito. Assim como os personagens dessas duas obras, vários anônimos tiveram e ainda têm a ousadia de pensar diferente, contra todas as probabilidades - e muitos pagam com a própria vida por isso. Minha pequena homenagem a eles...
O livro é "A Menina que Roubava Livros", cuja história se passa durante o regime nazista. O filme, o belo "A Vida dos Outros", retrato imperdível da vida vigiada por trás do muro. Nos dois casos, somos apresentados a personagens que ousam desafiar o sistema, cada um à sua maneira. Não são grandes gestos os deles - daqueles capazes de, sozinhos, mudar a realidade que os cerca - mas são fortes o bastante para alterar o destino de algumas vidas...
São histórias inspiradoras, que nos fazem lembrar da força de quem teve a coragem de resistir, quando tudo era mais fácil para os colaboracionistas. E o fato de elas não serem baseadas em fatos reais não leva esse texto ao descrédito. Assim como os personagens dessas duas obras, vários anônimos tiveram e ainda têm a ousadia de pensar diferente, contra todas as probabilidades - e muitos pagam com a própria vida por isso. Minha pequena homenagem a eles...
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