Frase proferida pelo Lê por volta das 18 horas desta terça. O detalhe é que ele estava vestindo apenas um microshort que comprou em uma loja feminina (!) e continuava com calor! Está realmente insuportável. Espero que pelo menos continue assim pro fim de semana...
PS: O Lê, pra quem não sabe, é um dos integrantes da "Família Tabajara". Somos quatro, no total: eu, Liz, Lê e Marcelo (em substituição a Elisa, que voltou pra Porto). Ah, e no momento tem mais um hóspede!
Tuesday, August 30, 2005
IT'S GETTING BETTER ALL THE TIME
Esses dias a Ju escreveu um post muito legal sobre o Mundo dos Adultos (ela redigiu com caixa baixa, mas como o Mundo dos Adultos é quase uma instituição, tomei a liberdade de alterar). O Mundo dos Adultos, explicou, era uma expressão que ela e as Turbis usavam sempre que uma ficava mais séria ou trabalhando demais. Diziam que ele estava chamando.
Eu não fazia parte do grupinho delas nessa época, mas também recebi o chamado. E, depois de me meter nos piores buracos tentando fugir dessa voz, hoje posso confessar tranqüilamente que fui cooptada.
Mas não pensem que o aliciamento foi tranqüilo. Quem conviveu comigo no período de transição ou é próximo o suficiente para ter ouvido minhas confidências posteriores sabe disso. Foi longo, doloroso e sofrido esse trajeto. Parecia um labirinto com paredes móveis, que me impedia de retornar para o ponto em que eu estava antes, mas também não apresentava nenhuma saída clara. Tive que vagar muito pra sair de lá - e, se não fosse a ajuda de algumas pessoas incríveis, talvez ainda estivesse perdida. Mas saí, e, quer saber?, estou muito feliz. Tá sendo bem melhor do que eu imaginava.
Bom, pode ser que vocês estejam se perguntando o por quê desse post, temendo que eu esteja embarcando num jeito meio Martha Medeiros de ser ou ainda apostando que me tornei leitora assídua da "literatura" de auto-ajuda. Não é nada disso. Só me deu vontade de escrever isso porque hoje tive mais um sinal evidente de como estou "crescida". Fiquei mais feliz que pinto no lixo com uma novidade que vai multiplicar minhas responsabilidades, acabar com meu tempo de papo pro ar e consumir grande parte das minhas energias. Torçam por mim! Depois conto o que é.
Eu não fazia parte do grupinho delas nessa época, mas também recebi o chamado. E, depois de me meter nos piores buracos tentando fugir dessa voz, hoje posso confessar tranqüilamente que fui cooptada.
Mas não pensem que o aliciamento foi tranqüilo. Quem conviveu comigo no período de transição ou é próximo o suficiente para ter ouvido minhas confidências posteriores sabe disso. Foi longo, doloroso e sofrido esse trajeto. Parecia um labirinto com paredes móveis, que me impedia de retornar para o ponto em que eu estava antes, mas também não apresentava nenhuma saída clara. Tive que vagar muito pra sair de lá - e, se não fosse a ajuda de algumas pessoas incríveis, talvez ainda estivesse perdida. Mas saí, e, quer saber?, estou muito feliz. Tá sendo bem melhor do que eu imaginava.
Bom, pode ser que vocês estejam se perguntando o por quê desse post, temendo que eu esteja embarcando num jeito meio Martha Medeiros de ser ou ainda apostando que me tornei leitora assídua da "literatura" de auto-ajuda. Não é nada disso. Só me deu vontade de escrever isso porque hoje tive mais um sinal evidente de como estou "crescida". Fiquei mais feliz que pinto no lixo com uma novidade que vai multiplicar minhas responsabilidades, acabar com meu tempo de papo pro ar e consumir grande parte das minhas energias. Torçam por mim! Depois conto o que é.
Friday, August 12, 2005
EU AMO OS MUTANTES!!!
Sério, poucas coisas têm a capacidade de me dar uma felicidade tão imediata como a que eu sinto quando ouço Mutantes. É tão simples, tão fácil e mesmo assim tão verdadeira! Fico animada na hora. Dá vontade de tirar o sapato e sair pulando pela casa. Dá vontade de ligar pro Rafa e fingir que ele tá aqui do meu lado. Dá vontade de cantar sem parar e sem ligar para o fato de que eu não sei cantar.
Esses dias eu baixei a música Minha Menina, que eu adoro, mas que ainda não tinha. Quando ponho pra tocar, imediatamente me transporto para um reveillon perdido no tempo, em que eu, o Rafa, o Filipe e meus pais bebíamos champagne e dançávamos no meio da rua em Xangri-lá. Aquilo foi tão bom e ficou tão marcado que, apesar de já ter ouvido a música em outras tantas situações, essa lembrança sempre vem à minha cabeça. E sempre que o ano-novo chega, fico com vontade de repetir. Portanto, se na virada para 2006 eu não estiver do lado de vocês, já sabem: coloquem Mutantes pra tocar que eu estarei presente!
Esses dias eu baixei a música Minha Menina, que eu adoro, mas que ainda não tinha. Quando ponho pra tocar, imediatamente me transporto para um reveillon perdido no tempo, em que eu, o Rafa, o Filipe e meus pais bebíamos champagne e dançávamos no meio da rua em Xangri-lá. Aquilo foi tão bom e ficou tão marcado que, apesar de já ter ouvido a música em outras tantas situações, essa lembrança sempre vem à minha cabeça. E sempre que o ano-novo chega, fico com vontade de repetir. Portanto, se na virada para 2006 eu não estiver do lado de vocês, já sabem: coloquem Mutantes pra tocar que eu estarei presente!
TODO PARTIDO POLÍTICO É UMA QUADRILHA
Conclusão inevitável após as últimas revelações feitas pelo marqueteiro Duda Mendonça. Por sinal, não é muita ironia que o homem que ajudou a colocar Lula no poder talvez se torne um dos grandes responsáveis por tirá-lo de lá?
Tuesday, August 09, 2005
Thursday, August 04, 2005
CINCO FILMES
Talvez influenciada pela convivência com o Patrick, que está sempre escrevendo sobre cinema para o trabalho, eu tinha planejado falar um pouco aqui no blog sobre cada filme a que assistisse na telona. No entanto, entre o post abaixo e o atual, vi nada menos do que cinco filmes e não consegui escrever sequer uma linha. Foram eles: Melinda & Melinda, do Woody Allen, O Demônio das Onze Horas, do Godard, A Fantástica Fábrica de Chocolates, do Tim Burton, Terra dos Mortos, do George Romero, e Nem Tudo é o que Parece, do Matthew Vaughn.
Melinda & Melinda e O Demônio me decepcionaram um pouco, provavelmente por eu ter ido com expectativas muito altas às sessões. O primeiro é o Woody Allen menos Woody Allen que eu já vi - o que, para mim, é uma pena. Imagina, ele nem aparece no filme!!! Já o segundo, na minha opinião, ficou bem abaixo de Uma Mulher é uma Mulher e Acossado, dois filmes muito bons do Godard. Mas continua valendo muito a pena, claro!
Os outros três filmes me agradaram mais. Nesses tempos de escassez de lançamentos legais (pelo menos na minha opinião), recomendo a todos que assistam A Fantástica Fábrica e Nem Tudo é o que Parece. Já Terra dos Mortos é uma boa pedida para quem, assim como eu, assistiu a uma infinidade de clássicos de terror quando pequeno e depois nunca mais teve contato com o gênero... É, pelo menos, um terror que se leva a sério - coisa rara de se ver hoje em dia.
Melinda & Melinda e O Demônio me decepcionaram um pouco, provavelmente por eu ter ido com expectativas muito altas às sessões. O primeiro é o Woody Allen menos Woody Allen que eu já vi - o que, para mim, é uma pena. Imagina, ele nem aparece no filme!!! Já o segundo, na minha opinião, ficou bem abaixo de Uma Mulher é uma Mulher e Acossado, dois filmes muito bons do Godard. Mas continua valendo muito a pena, claro!
Os outros três filmes me agradaram mais. Nesses tempos de escassez de lançamentos legais (pelo menos na minha opinião), recomendo a todos que assistam A Fantástica Fábrica e Nem Tudo é o que Parece. Já Terra dos Mortos é uma boa pedida para quem, assim como eu, assistiu a uma infinidade de clássicos de terror quando pequeno e depois nunca mais teve contato com o gênero... É, pelo menos, um terror que se leva a sério - coisa rara de se ver hoje em dia.
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